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O Primeiro de Janeiro

28 Sep 2023, 0:00

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A nova linha Rubi vai ficar a cargo de um consórcio espanhol

A nova linha Rubi do Metro do Porto, que inclui a construção de uma nova ponte sobre o Douro na zona da Arrábida, vai ficar a cargo de um consórcio espanhol, constituído pelas empresas FCC e Contratas y Ventas, avança o Negócios. Incluída no consórcio está uma empresa de Famalicão, a Alberto Couto Alves.

O jornal especializado em economia diz ter tido acesso ao relatório do júri do concurso para a construção da nova linha de metro que aponta a adjudicação ao consórcio espanhol, por ter apresentado a concurso o valor mais barato para a execução do projeto: 380 milhões de euros. O consórcio concorrente formado pelas empresas portuguesas Casais, Conduril, Teixeira Duarte, Alves Ribeiro e Somafel apresentaram uma proposta de 435 milhões de euros.

No final do verão, o deputado do PSD Firmino Pereira tinha considerado que a Metro do Porto tinha feito "um mau caderno de encargos" para a construção da Linha Rubi, criticando "só" haver duas propostas e acima do valor base do concurso público.

"É de concluir que a Metro do Porto fez um mau caderno de encargos, irrealista e fora do contexto dos preços de mercado. A Administração do Metro do Porto tem de ser responsabilizada por erros de cálculo pouco admissíveis num concurso que teve muito tempo de preparação", pode ler-se num requerimento enviado ao ministro do Ambiente, Duarte Cordeiro.

O deputado considera que a preparação do concurso público da Linha Rubi é "demonstrativa da falta de planeamento da Metro do Porto", recordando que o preço inicial previsto para a empreitada, 299 milhões de euros, passou para 370 milhões, algo que a empresa atribui ao contexto inflacionista no setor da construção.

A linha Rubi ligará a Casa da Música, no Porto, a Santo Ovídio, em Gaia, inclui a construção de uma nova ponte sobre o rio Douro, a ponte D. Antónia Ferreira, e terá um custo total de 435 milhões de euros, dos quais 299 milhões têm financiamento garantido pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), e a sua construção terá de estar finalizada até meio de 2026.

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