15 Jul 2026, 8:38
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Porque a dança e a música também são uma forma de arte, a Feira do Livro do Porto 2026 abriu duas convocatórias que pretendem envolver toda a comunidade no festival literário. O projeto Labirinto – David Marques promove um laboratório de dança contemporânea, enquanto o Maré Alta – Coro Instantâneo do Porto quer dar voz à cidade, com um coro aberto.
O coreógrafo David Marques e a Feira do Livro do Porto procuram pessoas de qualquer idade, identidade de género, nacionalidade, origem, condição social, com ou sem deficiência que estejam interessadas em integrar um grupo de reflexão e experimentação em dança contemporânea, ao longo de duas semanas.
Este convite nasce no contexto do livro "Labirinto", abrindo um espaço para a imaginação e para a prática, onde cada participante pode seguir os próprios caminhos, não sendo necessário ter experiência prévia.
Ao longo das sessões, que vão decorrer na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, vão ser experienciadas práticas coreográficas que nos podem fazer mover, inventar e partilhar danças individuais e coletivas.
A participação nas sessões é livre, mas está sujeita a inscrição. Está prevista uma lotação máxima de 12 participantes.
Na Feira do Livro 2026, o Maré Alta – Coro Instantâneo do Porto inspira-se na obra de Inês Lourenço para dar voz à cidade, com um coro aberto a todos e onde todos têm lugar.
Numa residência de uma semana, pretende-se que uma multidão de todas as idades aprenda a cantar, construindo um concerto de voz de homenagem aos cantautores portuenses, onde não só as vozes de cada um são importantes, como o que têm para dizer será palavra-manifesto de boca em boca.
Os ensaios decorrem entre 31 de agosto e 4 de setembro, das 18h30 às 20 horas, no Núcleo de Entrequintas.
A apresentação final está marcada para dia 5 de setembro, às 19 horas, na Concha Acústica.
Fonte: CM Porto
Foto: CMP | Andreia Merca