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O Primeiro de Janeiro

19 Apr 2024, 9:22

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Festival Dias da Dança 2024 está quase a chegar

O Grande Auditório do Rivoli traz-nos a 8.ª edição do DDD e um momento especial na nossa história, de 23 de abril a 5 de maio - a partir daqui, celebramos a liberdade com 27 espetáculos em 13 dias. Há estreias, coproduções e ainda sessões de entrada gratuita.

Na certeza de que há sempre um antes e um depois, esta edição parte da voz, das vozes, para testar outras formas de estar em palco, de vivenciar a dança em vários espaços e formatos. Redefinimos limites do que a dança pode ser, reformatando como ela pode ser experienciada. Reescrevemos narrativas, desentranhando como elas podem, e por quem, ser partilhadas. Mais do que nunca, o DDD assume-se como um festival que coproduz novas criações, dando espaço à fervilhante comunidade artística que vive em Portugal e trazendo até cá artistas estrangeiros e estrangeiras. É com muito orgulho que dizemos que não fazemos de forma individual: cada vez mais, trabalhamos com espaços e festivais parceiros, dentro e fora do país, para que cada peça que apresentamos seja também apresentada noutros locais, ecoando. Afinal, as revoluções são feitas em coletivo e em movimento.
“Em 2024, as peças de dança também podem ser concertos e as partituras de movimento podem ser festas. E, em festa, podemos ser quem nós quisermos. Iremos caminhar ao som de revoluções, permitindo-nos o tempo que precisamos para testemunhá-las; e delas, nos alimentaremos. Haverá mesmo tempo para dormir sobre elas, com elas, construindo-as nesse sono, em coletivo”, Cristina Planas Leitão & Drew Klein.

 

Programa:

 

3 de abril

Estreia nacional de “Remachine” de Jefta van Dinther, às 21h30, no Teatro Rivoli; “Zona Franca” de Alice Ripoll às 19h30 no Palácio do Bolhão e, “Salão Pavão” de Marco da Silva Ferreira às 23 horas no TMP Café.

24 de abril

“Dormifestació” de Roger Bernat convida o público a pernoitar no Teatro Rivoli de 24 para 25 de abril. É uma mobilização de dez horas, de participação gratuita, que tem como objetivo o protesto ativo da não-ação.

25 de abril

“Ancestralidade, Ação e Imaginação” pela União Negra das Artes, a partir das 12h30, na Praça da Alegria.

26 de abril

“Henda I Xala — Saudade que fica” de Wura Moraes no Teatro Campo Alegre; “Bocarra” de Luísa Saraiva no Auditório Municipal de Gaia e, estreia de “from rock to rock… aka how magnolia was taken for granite” de Jeremy Nedd, no Teatro Campo Alegre.

27 de abril

Regresso do espetáculo “Plateau Effect”; estreia de “Dark Field Analysis”, de Jefta van Dinther e Anna von Hausswolff, no Auditório de Serralves; “Utopia” de Diana Niepce no Palácio do Bolhão às 16 horas e, “The Macaroni Club” do The Cursed Assembly no Clube Fenianos Portuenses às 17 horas, com after party no TMP Café às 23h30.

28 de abril

“Lounge” de Marga Alfeirão com Mariana Benenge, Myriam Lucas e Shaka Lion, no Teatro Campo Alegre.

29 de abril

“Voice Noise” de Jan Martens no Teatro Rivoli.

30 de abril

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