Obra de Cabrita Reis exposta na Bienal de Veneza

O artista português Pedro Cabrita Reis vai apresentar, no âmbito da Bienal de Veneza, a obra “Field”, especialmente concebida para a Igreja di San Fatin, que estará aberta ao público a partir de 23 de abril.
A peça consiste num campo onde o metal e a luz dos tubos LED criam um padrão geométrico de linhas paralelas e será instalada desde a entrada da igreja até ao altar principal, ocupando a nave central. Será permitido aos visitantes circularem à volta desta estrutura.
A peça vai ser instalada pelo artista e pela sua equipa entre 08 e 10 de abril, havendo apresentações privadas da peça nos dias que antecedem a abertura oficial da Bienal de Veneza, a 23 de abril.
Esta presença do artista português inclui-se na área da bienal dedicada às participações de galerias e artistas. A presença de Pedro Cabrita Reis numa das maiores mostras de arte globais é apoiadas pelas suas galerias: Kewenig, em Berlin; Sprovieri, em Londres, e Mai 36, em Zurique.
A abertura decorre pouco tempo depois da inauguração oficial das “Três Graças”, três esculturas em cortiça também da autoria de Pedro Cabrita Reis instaladas nos Jardins das Tulherias, em parceria com o Museu do Louvre, em Paris, que vai acontecer em fevereiro, no contexto da Temporada Cruzada Portugal-França.
O artista português esteve esta semana em Paris para a instalação destas obras nos Jardins das Tulherias, onde revelou a sua presença na Bienal de Veneza.
Nascido em Lisboa, em 1956, Pedro Cabrita Reis fez formação académica em pintura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, em 1983.
Da sua trajetória destacam-se exposições individuais como “Work Always in Progress”, no Centro Galego de Arte Contemporânea, em Santiago de Compostela, em Espanha (2019), “La Casa di Roma”, um trabalho realizado especificamente para o museu Maxxi, em Roma, Itália (2015), e “A Linha do Vulcão”, no Museu Tamayo Arte Contemporânea, no México (2009).
Foi o representante de Portugal na Bienal de Arte de Veneza em 2003.
A sua obra está representada em coleções de instituições internacionais como a Tate Modern, em Londres, a Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a Hamburger Kunsthalle, em Hamburgo, e a Fundação de Serralves, no Porto.

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