Porto lidera processos de nacionalidade portuguesa a sefarditas

Nacionalidade portuguesa é cada vez mais cobiçada por descendentes de judeus sefarditas. Israelitas valem 70% dos pedidos. Porto lidera processos.

A comunidade judaica portuguesa tem acompanhado milhares de pedidos de nacionalidade por via da descendência sefardita.
O artigo 6.7 da lei da nacionalidade surge no início de 2015, altura da alteração a partir da qual passou ser possível a um judeu de origem sefardita fazer um pedido de nacionalidade portuguesa.
Hoje, as comunidades que certificam essa origem judaica são, para já, as de Lisboa e do Porto, que acompanham todo o processo com o apoio de advogados, fazendo chegar toda a informação diretamente ao IRN.
Nesta entrevista à SIC ainda em junho de 2020, Francisca Van Dunem revelava que a taxa de recusa era e continua a ser consideravelmente mais baixa quando comparada com a dos pedidos de nacionalidade de imigrantes residentes em Portugal.
Não só a taxa de recusa é mais baixa como o número de pedidos é quase três vezes maior.
De acordo com dados do IRN, em 2020 houve 14 mil pedidos de imigrantes, enquanto que os pedidos de judeus sefarditas atingiram quase 35 mil. Foi o maior número em 6 anos da lei.

 

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