Sérgio Conceição e família ergueram a Taça de Portugal no relvado de Alvalade

Pelo terceiro ano consecutivo, o FC Porto é o vencedor da Taça de Portugal, troféu que já ergueu por 20 vezes. Após o clássico com o Sporting, decidido no prolongamento (2-1), Sérgio Conceição era um treinador orgulhoso por liderar uma equipa que esteve sempre “concentrada, muito coesa e muito compacta”. “Estamos muito contentes por levar esta Taça de Portugal para casa”, acrescentou o treinador dos Dragões.
“As sensações são boas depois de mais um título conquistado. Fizemos o nosso papel e fizemos um bom jogo, mas é uma final e pode sempre faltar algum discernimento. Ainda assim, foi uma vitória justíssima e merecida perante um Sporting sempre muito competitivo, mesmo em inferioridade numérica. Em termos estratégicos, não pecámos como pecámos no jogo em Alvalade para o campeonato. A equipa esteve sempre concentrada, muito coesa e muito compacta. Os jogadores estão de parabéns e este público maravilhoso que veio até aqui também. Acabámos a época a fazer o que fazemos sempre, a ganhar. Estamos muito contentes por levar esta Taça de Portugal para casa.”

O penálti e a expulsão injusta
“Vivemos muito o jogo, tanto o nosso banco como o do Sporting. No penálti, fui chamar o Danny Namaso porque senti que o Evaniçson está magoado. A justificação que me deu para o cartão vermelho foi que saí da área técnica. Foi o espelho do que se passou ao longo dos anos. Errei e fiz coisas em que merecia a expulsão, mas hoje não. Ganhámos mais um título no fim da vida de Jorge Nuno Pinto da Costa como presidente e aproveito para dar as boas-vindas ao presidente André Villas-Boas. Que tenha uma caminhada tão gloriosa como a do anterior presidente.”
“Temos que olhar juntos para o futuro do FC Porto e ver qual é a melhor situação. Temos que unir o FC Porto e não dividi-lo. Este ano sentiu-se muito essa divisão. Não foi fácil gerir tudo o que foi falado fora do Olival e tive de tomar decisões muito duras dentro do grupo de trabalho.”
“Tenho de deixar uma palavra a quatro jogadores (Jorge Sánchez, Iván Jaime, André Franco e Toni Martínez). Ponderei muito a decisão que tomei e foi a primeira vez que o fiz, mas tinha que ser. Vejo sempre a equipa em primeiro lugar e tínhamos que dar um sinal forte. O André Franco e o Toni Martínez sempre respeitaram ao máximo o clube e o treinador, mas foi uma decisão que tive de tomar. Foi o ano mais difícil para mim. Tive de tomar decisões difíceis com quais sofro ainda hoje.”
“Queria dedicar esta vitória à minha família e a duas pessoas que não estão entre nós, os meus pais. Se não fossem eles, era difícil estar aqui hoje.”

 

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